Registro zootécnico

Comprovando oficialmente os benefícios

Registro Zootécnico de Fitogênicos

Você sabia que, na União Europeia, todo produto fitogênico que diz ter benefícios sobre o desempenho dos animais deve passar pelo processo de aprovação da EFSA como um aditivo zootécnico?

“É considerado como aditivo zootécnico para alimentação animal qualquer produto que contribua favoravelmente para o desempenho de animais saudáveis ou afete favoravelmente o meio ambiente.“

Artigo 6.º do Regulamento (CE) n.º 1831/2003, referente aos aditivos destinados à alimentação animal

Diferente da maioria dos extratos de ervas, considerados aditivos sensoriais, a Delacon foi a primeira e atualmente única empresa a obter registros zootécnicos para seus principais produtos fitogênicos no setor de alimentação animal para suínos e aves em 2012 e 2017, comprovados através da melhora em parâmetros de digestibilidade e desempenho dos animais. O processo de registro nesta categoria é bastante complexo e visa avaliar de forma independente a eficiência e a segurança de um aditivo fitogênico:

O primeiro passo é a submissão de um requerimento para avaliação do dossiê à Comissão Europeia (CE). Este dossiê deve conter os dados completos, compreensíveis e validados sobre segurança, qualidade e eficiência do aditivo para alimentação animal.

A preparação do dossiê pode levar anos, uma vez que, é necessário fornecer dados de muitos experimentos de segurança e eficácia, baseados em diferentes métodos e conduzidos em diferentes países europeus.

No segundo passo, a Comissão da UE envia o dossiê para o Laboratório Europeu de Referência (EURL) e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) para avaliação detalhada do documento. A EURL analisa e avalia os parâmetros relevantes das amostras, métodos e rastreabilidade do aditivo na cadeia de produção da ração (aditivo pré-mistura). A seguir o relatório completo é submetido à EFSA.

Na sequência, a EFSA deve fornecer à Comissão Europeia, aos Estados-Membro e ao requerente um parecer científico sobre a segurança e a eficácia do aditivo. Esta opinião técnica demonstra se o aditivo submetido tem o potencial de atender aos benefícios apresentados e se ele é seguro para os animais, trabalhadores, consumidores e meio ambiente.

Pós o intenso processo de avaliação, a EFSA formula um parecer científico que serve de base para a decisão final e a aprovação pela Comissão Europeia em concordância com os Estados-Membro.

Você sabia?

Quanto mais complexo for um produto, mais longo será o tempo de avaliação pela EFSA quando comparado à produtos simples (compostos por poucas substâncias únicas) com poucos ou nenhum efeito sinérgico entre elas. Na Delacon, desenvolvemos e fabricamos aditivos fitogênicos complexos à base de plantas, consistindo em centenas de compostos individuais e sinérgicos. A EFSA está olhando para a composição detalhada de cada ingrediente, para os constituintes dos óleos essenciais, bem como todas as ervas e especiarias. Portanto, para obter esta certificação a Delacon forneceu muitas informações suplementares, bem como muitos estudos e ensaios significativos usando diferentes metodologias.

O Padrão Ouro Científico – para a Delacon e para indústria animal

O registo zootécnico é considerado como o "padrão ouro" científico na indústria de alimentação animal uma vez que não se baseia apenas na segurança, mas também na eficácia do produto oficialmente confirmado pela EFSA.

Uma extensa pesquisa científica e padrão de qualidade de alto nível são as bases principais para a obtenção de um registro zootécnico – estes dois fatores-chave, são consistentes para todos os produtos Delacon. Até o presente momento, dois produtos da Delacon já passaram por este processo e foram registrados com sucesso como aditivos zootécnicos:

• Fresta® F: atua como um melhorador natural de desempenho na produção de suínos. Desde 2012 a EFSA concluiu a sua segurança e potencial para melhorar a taxa de crescimento de leitões desmamados.

• Biostrong® 510: é considerado eficaz na melhoria do desempenho de frangos de corte e matrizes, galinhas postura, codornas e perus. Em 2016, a EFSA considerou o produto seguro e eficaz, e em 2017, o registro zootécnico foi publicado oficialmente.